Principais Artistas:
Lasar Segall - De volta da Alemanha, até 1923, seu desenho anguloso e suas cores fortes procuram expressar as paixões e os sofrimentos de ser humanos. Em 1924, retornando para o Brasil, assumiu uma temática brasileira: seus personagens agora são mulatas, prostitutas e marinheiros; sua paisagem, favelas e bananeiras. Em 1929, o artista dedica-se à escultura em madeira, pedra e gesso. Mas entre os anos de 1936 e 1950, sua pintura volta-se para os grandes temas universais, sobretudo para o sofrimento e a solidão.
Anita Malfatti - Sua arte era livre das limitações que o academicismo impunha, seus trabalhos se tornaram marcos na pintura moderna brasileira, por seu comprometimento com as novas tendências.
Obras destacadas: A Estudante Russa, O Homem Amarelo, Mulher de Cabelos Verdes e Caboclinha.
Candido Portinari - Importante pintor brasileiro, cuja temática expressa o papel que os artistas da época propunham: denunciar as desigualdades da sociedade brasileira e as consequências desse desequilíbrio. Seu trabalho ficou conhecido internacionalmente através dos corpos humanos sugerindo volume e pés enormes que fazem com que as figuras pareçam relacionar-se intimamente com a terra, esta sempre pintada em tons muito vermelhos. Portinari pintou painéis para o pavilhão brasileiro da Feira Mundial de Nova York, Via Crucis - para a igreja de São Francisco, na Pampulha, Belo Horizonte (MG) e murais da sala da Fundação Hispânica na Biblioteca do Congresso, em Washington. Sua pintura retratou os retirantes nordestinos, a infância em Brodósqui, os cangaceiros e temas de conteúdo histórico como Tiradentes, atualmente no Memorial da América Latina, em São Paulo, e o painel A Guerra e a Paz, pintado em 1957 para a sede da ONU.
LASAR SEGALL
Antes da explosão do Movimento Modernista de 1922, o Brasil teve com Lasar Segall (1891-1957) seu primeiro contato com a arte mais inovadora que era feita na Europa.
Segall nasceu na Lituânia, mas foi na Alemanha - para onde se mudou em 1906 - que estudou pintura. Em 1912 esteve nos Países Baixos e, em 1913, veio para o Brasil, onde realizou uma exposição, já com nítidas características expressionistas.
De volta à Alemanha, onde permaneceu até 1923, época que seu desenho anguloso e suas cores fortes procuraram expressar as paixões e os sofrimentos do ser humano. Como nas pinturas Família Enferma e Dois Seres.
Em 1924, retornando ao Brasil, Lasar Segall passou a residir definitivamente em São Paulo e conheceu os modernistas. A partir daí, sua pintura assumiu uma temática brasileira: mulatas, prostituas e marinheiros; sua paisagem: favelas e bananeiras. São exemplos: Mãe Preta e Bananal.
Em 1929, dedica-se à escultura em madeira, pedra e gesso. Mas entre os anos de 1936 e 1950, sua pintura volta-se para os grandes temas humanos e universais, sobretudo sofrimento e solidão. São dessa época. entre outras, as telas: Pogrom, Navio dos Emigrantes, Guerra e Campo de Concentração.
Em 1951, Segall dá início ao último ciclo de sua obra com as séries de pinturas Rua das Erradias, Favelas e Florestas. Esse ciclo é interrompido com sua morte, em 1957, vítima de moléstia cardíaca.
Em 1924, retornando ao Brasil, Lasar Segall passou a residir definitivamente em São Paulo e conheceu os modernistas. A partir daí, sua pintura assumiu uma temática brasileira: mulatas, prostituas e marinheiros; sua paisagem: favelas e bananeiras. São exemplos: Mãe Preta e Bananal.
Em 1929, dedica-se à escultura em madeira, pedra e gesso. Mas entre os anos de 1936 e 1950, sua pintura volta-se para os grandes temas humanos e universais, sobretudo sofrimento e solidão. São dessa época. entre outras, as telas: Pogrom, Navio dos Emigrantes, Guerra e Campo de Concentração.
Em 1951, Segall dá início ao último ciclo de sua obra com as séries de pinturas Rua das Erradias, Favelas e Florestas. Esse ciclo é interrompido com sua morte, em 1957, vítima de moléstia cardíaca.
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